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As respostas para as principais dúvidas sobre a micose das unhas

Quais os sinais dessa infecção? O que causa o problema? Dá para prevenir? Esclarecemos essas e outras dúvidas logo abaixo!

Ela começa sorrateira, com pequenas alterações, como o descolamento das unhas e o aparecimento de manchas brancas ou amareladas. E, na pressa do dia a dia, tem gente que dá pouca atenção a esses sinais iniciais da micose, também chamada de onicomicose. Esse descuido pode levar a uma piora rápida do quadro.
Esclarecemos aqui as principais dúvidas sobre a micose das unhas, um problema mais frequente nos pés, para você saber como prevenir, identificar e tratar a infecção logo no início.


O que é a micose de unha?
A micose de unha é uma infecção comum, causada por fungos que se alimentam da queratina, proteína que compõe a maior parte da unha. Se não tratado, o processo infeccioso pode se espalhar por toda a unha, e até mesmo para outras unhas, tornando o tratamento mais difícil.
Por que a incidência nas unhas dos pés é maior do que nas das mãos?
Porque os pés costumam ficar fechados em meias e calçados, e esse ambiente quente e úmido favorece o desenvolvimento dos fungos. Segundo a dermatologista Fabia Oppido Schalch (CRM 105016 e RQE 39238), há o risco, inclusive, de os fungos de uma unha infectada se espalharem para meias e sapatos e, dessa forma, infectarem as
outras e até a pele dos pés. “Para evitar essa recorrência, recomendamos que o paciente faça um rodízio de sapatos. Além disso, é importante deixá-los arejar ao sol e aplicar um talco na parte interna. Mas vale lembrar que as unhas das mãos também podem ter micose, principalmente em pessoas que mexem muito com água. É que os pequenos traumas nas unhas, somados à umidade constante, podem levar à proliferação de
fungos na região.

Quais os primeiros sinais?
“Inicialmente, são pequenos descolamentos da unha, ou mudança de sua coloração, tornando-se esbranquiçada, amarelada ou, em alguns casos, até amarronzada ou enegrecida, dependendo do tipo de fungo. Com o tempo, pode haver também um espessamento, ela fica grosseira e chega até a se deformar. Mas os sintomas dependem do tipo de fungo. A Cândida, por exemplo, é menos causadora de onicomicose nos pés, mas, quando ocorre nas mãos, pode provocar também uma inflamação na pele ao redor
da unha, conhecida como paroníquia, problema chamado popularmente de
‘unheiro’”, explica Fabia.


Quais as possíveis causas da micose nas unhas dos pés?
A micose ocorre por uma infecção fúngica, mas os ambientes quentes e úmidos favorecem o seu desenvolvimento. Por isso, é importante ter atenção aos seguintes hábitos: secar bem os pés após o banho, evitar o uso de calçados e meias confeccionadas em material sintético, que aumentam a sudorese e não absorvem o suor.
Vale, ainda, trocar as meias diariamente, alternar o uso dos sapatos e, sempre que possível, optar por um modelo aberto, como sandálias ou chinelos.

Há pessoas com maior tendência a desenvolver micose nas unhas dos pés?
De acordo com a dermatologista, há um grupo que merece maior atenção: os diabéticos, os idosos e os pacientes que têm, de alguma forma, uma insuficiência da vascularização periférica, ou seja, dos dedos das mãos e dos pés. “Eles devem ter cuidado dobrado, já que a falta de oxigenação nessas regiões pode facilitar o desenvolvimento da infecção fúngica. Principalmente no caso das pessoas com diabetes, deve haver muita atenção, porque a infecção pode evoluir para problemas secundários, e a queda da imunidade pode ser uma porta de entrada para a erisipela.”


Como é possível prevenir?
Alguns cuidados ajudam a evitar as onicomicoses nos pés: manter as unhas bem cortadas e os pés bem higienizados, alternar o uso dos calçados e colocá-los ao sol e aplicar um talco na parte interna são bons hábitos. “Vale, ainda, ficar de olho na saúde das unhas. Se notar algum trauma ou descolamento, procure o dermatologista para uma avaliação”, orienta.
E atenção: como os salões de beleza também oferecem riscos, é importante verificar se todo o material utilizado para fazer as unhas é esterilizado na autoclave. “Recomendo que os pacientes com maior risco de desenvolver micose levem seu próprio kit, inclusive com esmaltes, pois um estudo recente comprovou que o produto pode ser local de cultura dos fungos.”


E como tratar?
Existem muitos tipos de tratamentos para micose de unha que incluem cremes, esmaltes, medicamentos orais, entre outros. Mas é preciso paciência e persistência, pois os fungos são muito resistentes e desenvolvem uma espécie de carapaça de proteção, o que torna o processo de cura bem lento. “O paciente demora para notar a melhora do
quadro, pois é preciso aguardar o crescimento natural da unha para que a parte danificada seja substituída pela unha saudável. Além disso, o fato de as unhas estarem nas extremidades do corpo, áreas que recebem menos aporte sanguíneo, também contribui para a lentidão do tratamento, principalmente quando realizado com medicamentos orais. Isso porque, após a ingestão, eles são absorvidos pelo sistema digestivo e somente depois são liberados para a corrente sanguínea. Agora, se as unhas
dos pés têm vascularização reduzida, imagine a pequena concentração de medicamento

Via: Veja Saúde

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Cuide dos seus pés no verão

Cuidar dos pés é ainda mais importante: eles tendem a ficar mais ressecados e expostos às agressões externas, já que usamos sapatos mais abertos nesse período.

Quando o tempo começa a esquentar, costumam aparecer fissuras nos pés devido ao calor e ao tempo seco. Nessa época, os pés costumam transpirar mais, causando odores, e as bordas dos dedões podem descascar, principalmente para quem fica descalço (podendo até ocasionar fissuras).

Cuidados Básicos

  • Faça uma esfoliação nos pés uma vez por semana para retirar as células mortas.
  • Use creme específico para os pés diariamente.
  • Quando for deixar os pés expostos ao sol, não se esqueça de usar sempre o protetor solar.
  • Deixe as unhas “respirarem” (sem esmalte) pelo menos 1 dia antes da próxima aplicação; muito esmalte deixa as unhas esbranquiçadas.
  • Evite tirar as cutículas, principalmente se for à praia, piscina ou clube. Assim, seus pés ficarão protegidos de fungos e doenças.
  • Coloque os pés para cima, apoiando em um travesseiro ou almofada. Isso melhora a circulação e ainda ajuda a prevenir as varizes. Não se esqueça também de beber bastante líquido neste período.
  • Cuide da transpiração: Para evitar aquele cheirinho desagradável, uma boa dica é usar talcos antissépticos, que ajudam a absorver a umidade dos pés.

Esfoliação dos Pés

A esfoliação é uma boa pedida se você quiser deixar seus pés macios. Com a esfoliação são retiradas peles mortas que não saem com um banho. O ideal é que depois da esfoliação seja aplicado um hidratante para os pés. Esses esfoliantes podem ser usados durante o banho. Confira algumas sugestões de esfoliantes para os pés.

Hidratação dos Pés

Para não deixar seus pés secos como uma sola de sapato e cheios de rachaduras, invista com tudo na hidratação. Uma boa hidratação vai ajudar seus pés ficarem macios e hidratados. Ideias:

Tratamentos Caseiros para os Pés

Além dos tratamentos tradicionais você também pode optar por tratamentos caseiros e naturais. Veja alguns exemplos.

Massagem com Óleo Essencial de Cravo para Pés Cansados

O óleo de cravo é anti-inflamatório e melhora a circulação. Uma massagem ajuda a aliviar dores e pés cansados. Isso vai estimular o fluxo sanguíneo e relaxar os músculos. Para fazer uma massagem basta separar 20 ml de um óleo carreador (oliva, gergelim, jojoba, semente de uva, amêndoas) e adicionar 10 gotas de óleo essencial de cravo. Misture bem, e faça massagens até o óleo penetrar na pele.

O cuidado com os pés é muito importante, afinal são eles que carregam todo o peso do nosso corpo. E quando não tratados com o devido cuidado, podem sofrer danos não apenas na estética, mas também na saúde — ocasionando, por exemplo, dores nas costas e nas pernas. Por isso, cuide sempre muito bem dos seus pés!

Via: Beleza e Saúde

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Por que os pés crescem após a gravidez? Bem Estar fala sobre crescimento e proporção

Em algumas mulheres em que o pé é mais curvado, o peso da gestação e a atuação dos hormônios que afrouxam os ligamentos fazem com que o pé fique mais chato e, consequentemente, maior.

Você já experimentou uma calça colocando no pescoço? E sapato, medindo no antebraço? Dizem que eles têm o mesmo tamanho! Será que isso funciona mesmo? E o pé, até quando ele cresce? Às vezes, o aumento nas medidas pode ser um problema hormonal.

Crescimento e puberdade

Muitos hormônios e fatores estão associados ao crescimento do corpo humano. O que dita o crescimento é a idade óssea, enquanto a cartilagem do crescimento estiver aberta, nós continuaremos crescendo. O estrógeno é responsável por isso e quanto mais tempo ficamos com a cartilagem aberta, mais alto seremos. Quem tem a puberdade precoce é mais baixo porque produz mais hormônios e a cartilagem se fecha antes.

CÁLCULO – A carga genética é um fator bastante importante para o crescimento, sendo possível fazer um cálculo da altura da criança com base na altura dos pais. A conta é a seguinte: soma-se a altura do pai com a altura da mãe e divide-se por 2. Se for menino soma 6.5 cm, se for menina, subtrai 6,5 cm. No caso dos homens, soma porque o tempo do estirão na puberdade é mais longo.

A relação da altura com o infarto e o câncer

Dr. Bruno Halpern explica que há estudos que comprovam que pessoas baixas têm mais chance de ter problemas cardiovasculares enquanto as altas, câncer.

Os genes relacionados à baixa estatura estão relacionados às doenças cardiovasculares e tem ainda o fator da alimentação: quem é mais baixo come mais ou menos a mesma quantidade que alguém alto, então o ganho de peso é outro fator de risco.

Nas pessoas altas, o problema é a produção em excesso do hormônio do crescimento. Esse hormônio continua sendo produzido ao longo da vida e as pessoas mais altas produzem em maior quantidade, o que é um fator de risco para o câncer, já que o GH é responsável pela estimulação da multiplicação celular.

O tamanho do pé e a gestação

Em algumas mulheres em que o pé é mais curvado, com o peso da gestação e a atuação dos hormônios que afrouxam os ligamentos, o pé fica chato e, consequentemente, maior.

Dependendo do peso que a gestante ganhar, o pé pode inchar e também aumentar o número. O pé não cresce propriamente dito, ele estica ou engorda, e não volta após a gravidez.

Proporcionalidade

Cintura: um fator de risco para doenças cardiovasculares é ter a cintura maior que a metade da altura.

Seios: durante a lactação, se a mãe der sempre o mesmo peito para o bebê mamar, esse seio vai ficar maior que o outro. Quanto mais estimulado o seio, maior ele dica. A dica é marcar o tempo e ir trocando de peito durante a amamentação.

Fonte: G1

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4 EXERCÍCIOS PARA OS PÉS: SAIBA COMO FORTALECER ESSA REGIÃO!

Os pés são a parte do corpo que ajudam a dar sustentação. No entanto, às vezes, não são cuidados da forma como merecem e essa falta de atenção pode gerar consequências. A região tem uma grande variedade de músculos e articulações que precisam ser cuidadas para que se mantenham saudáveis. Por isso, aprender exercícios para os pés é essencial para evitar problemas.

A falta de cuidado em conjunto com a tendência a ter problemas ortopédicos só agrava a situação. Nesse sentido, a prática de exercícios pode reduzir dores, sobretudo quando exigimos muito da área — como quem trabalha muito tempo de pé. Assim, doenças como fibrose, fascite plantar, câimbras e joanetes são evitadas.

Dessa forma, separamos 4 exercícios para os pés que são simples e fortalecem a área para você colocar em prática sem grandes dificuldades. Acompanhe!

1. PRESSIONAR PARA BAIXO

Para começar, esse é um exercício muito simples e que ajuda no fortalecimento dos dedos, dos arcos plantares e dos músculos podais. Primeiro, sente-se em um local confortável e de forma que seus pés fiquem firmes no chão.

Depois, levante os calcanhares levemente e pressione com seus dedos no chão, sustentando por alguns segundos. Se preferir, você também pode apoiar os pés em uma almofada ou toalha para dar mais conforto. Faça uma sequência de 10 repetições e descanse entre elas.

2. LEVANTAR O DEDÃO

O isolamento do dedão promove o fortalecimento dos chamados músculos estabilizadores dos pés, sobretudo aqueles que dão sustentação ao arco. Portanto, ao fortalecer o dedão, toda a região fica mais independente e forte.

Para fazer o exercício, mantenha seus pés no chão e mantenha os 4 dedos contraídos, com exceção do dedão. Então, comece a levantar o dedão e relaxe os outros por cerca de 2 segundos em repetições de 20 vezes. Depois disso, faça o contrário: deixe o dedão firme no chão e levante os outros dedos sem pronar o pé.

3. ANDAR NA PONTA DOS PÉS

Parece uma brincadeira de criança, mas andar na ponta dos pés é um ótimo exercício. Além de trabalhar o equilíbrio, ajuda a fortalecer a região e as panturrilhas. Portanto, comece retirando os sapatos, fique na ponta dos pés e comece andando de um lado para outro para aquecer. Faça isso por 20 segundos, descanse e repita por 8 vezes.

Depois, comece a aumentar o tempo e a intensidade, caminhando pela casa. Quando tiver mais prática, é possível repetir esse exercício mais de uma vez por dia.

4. APANHAR A TOALHA NO CHÃO

Se você deseja uma atividade que estimule a musculatura da região intrínseca dos pés (aquela que serve para manter o arco plantar), esse exercício é uma alternativa simples e muito eficiente para isso.

Comece deixando uma toalha macia no chão e tente pegá-la com a ponta dos pés, curvando os dedos. Levante um pouco o objeto do chão e o devolva novamente ao chão. Faça a atividade de 5 a 10 minutos, cerca de 2 a 3 vezes por semana para perceber os resultados.

Colocar em prática esses exercícios para os pés são jeitos simples de manter a área mais saudável e evitar problemas de saúde. Afinal, a região é responsável pela nossa locomoção e demais atividades do dia a dia. Portanto, adicione-os na sua rotina e note as diferenças!

Gostou das dicas para manter os seus pés mais saudáveis? Compartilhe o post em suas redes sociais para ajudar outras pessoas!

Font: Doctor Shoes

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O que faz um profissional de podologia?

O termo podologia significa, de uma forma geral, a área da saúde que estuda os pés. Também podemos denominar como a ciência dedicada a diagnosticar, estudar, investigar e tratar as patologias dos pés.O podólogo é o profissional responsável por aliviar as tensões, dores, calos, unhas encravadas, entre outras agressões que atingem essa área tão importante do corpo e por vezes esquecida de cuidados. Afinal, os pés são a nossa base. São eles que nos levam para todos os locais e nos sustentam ao longo dos dias. Através deles também temos contato com diversas sensações, como pisar no chão, sentir a temperatura da água, entre tantas outras coisas importantes. Mas quase nunca pensamos na saúde dos pés, e não percebemos o quanto isso é fundamental para nosso bem-estar geral.

Os podólogos possuem formação técnica na área, ou seja, possuem conhecimento específico para tratar unhas encravadas, micoses de unha, fissuras, calos, infecções e outros. Ele ainda pode ainda auxiliar na identificação de causas de dores nos pés, orientando quanto aos melhores tratamentos e produtos corretivos e preventivos.

A podologia preenche uma lacuna no cuidado e tratamento dos pés, dando ênfase a um atendimento multidisciplinar da área da saúde. O podólogo não substitui um tratamento avançado da área médica, mas é um auxiliar muito importante na identificação dos sintomas de patologias sérias dos pés nas áreas de ortopedia, dermatologia, angiologia, endocrinologia e outras.

É muito comum que os podólogos indiquem médicos quando o problema pode precisar de intervenção medicamentosa ou cirúrgica, e que os médicos indiquem podólogos para cuidar da saúde geral e frequente dos pés. Cuidando do bem-estar da população com foco na saúde o podólogo é cada vez mais reconhecido como o profissional capaz de cuidar dos pés com competência.

Fonte: PORTALEDUCACAO.COM.BR

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Como parar de roer as unhas

O ato de roer as unhas, conhecido cientificamente como onicofagia, é um hábito que afeta homens e mulheres, que pode iniciar desde criança e persistir durante a vida adulta, e está muito associado a ansiedade e sentimentos de insegurança.

Para deixar de roer as unhas, é recomendado controlar a ansiedade, que poderá ser a causa que está na raiz do problema. Entretanto, existem algumas dicas que podem ser seguidas para evitar este hábito, como:

1. Manter as unhas bem cortadas e lixadas

As unhas curtas evitam pontas que servem de tentação, evitando o hábito. Além disso, manter as unhas bem feitas e pintadas, semanalmente, com manicure, também é um estímulo a mais para querer manter as unhas bonitas e evitar mordiscar os dedos.

Uma boa dica é andar sempre com um corta unha na bolsa. Caso surja vontade de roer uma ponta da unha, o ideal é usar o corta unha, para ir perdendo o vício.

2. Pintar as unhas com esmalte especial

Os esmaltes para deixar de roer as unhas têm um gosto muito amargo, que fazem com que a pessoa evite colocar os dedos na boca. Eles são incolores, servindo para homens, mulheres e crianças acima de 4 anos, e podem ser comprados em farmácias.

Existem diversas marcas, como Derma nail, Avon ou Mavala, por exemplo.

3. Aplicar unhas falsas ou em gel

Cobrir as unhas com unhas postiças ou unhas em gel, além de melhorar a estética, diminui o impulso de roê-las, porque a pessoa ficar com receio de estragar a manicure.

Outra dica é cobrir uma ou algumas delas com curativo, e ao fim de uma semana, retirar e ver como a unha ficou mais bonita e saudável em comparação com as outras. 

4. Se distrair com uma bola anti-estresse

Adotar um novo hábito que substitua o de roer as unhas, como brincar com uma bola anti-estresse ou um elástico, por exemplo, são formas de ocupar a cabeça e as mãos com novas atividades ao invés de roer as unhas.

5. Mascar um chiclete

Principalmente nos momentos de maior ansiedade ou tédio, mascar um chiclete também é uma boa opção para evitar o vício.

6. Investir em um hobbie

Encontrar formas de aliviar a ansiedade, como ouvir música, conversar com alguém ou praticar atividades físicas após o trabalho, por exemplo, podem aliviar a ansiedade e fazer com que a pessoa tenha menos manias e hábitos viciantes, como roer as unhas.

7. Fazer uma alimentação equilibrada

Em alguns casos, o hábito de roer as unhas pode ser uma consequência de deficiências nutricionais, como falta de cálcio e/ou magnésio, por exemplo, que leva a pessoa a roer a unha, de forma a recuperar esses minerais.

Por isso, é importante manter uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e minerais, de forma a evitar deficiências nutricionais.

Por que se deve parar de roer unhas

Algumas das principais consequências de roer unhas, que fazem com que seja importante abandonar este hábito, são:

  • Surgimento de ferimentos na pele dos dedos e nas cutículas, o que facilita a infecção por bactérias e fungos;
  • Deformações nas unhas, nos dedos e na pele ao redor, o que causa constrangimentos pelos efeitos estéticos;
  • Aumento das chances de desenvolver problemas gastrointestinais, como gastroenterites e gastrites;
  • Dificuldade para realizar algumas atividades, como tocar um instrumento musical, desenhar e escrever.

As unhas servem como proteção da parte superior dos dedos, para auxiliar na pressão que se exerce com os dedos, e como barreira para a entrada de micróbios no corpo e na corrente sanguínea, e, por isso, devem ser mantidas bem conservadas para impedir o adoecimento pelo contato com micro-organismos.
Fonte: Tua Saúde

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5 cuidados básicos para manter os pés lindos e saudáveis no verão

Além do fator estético, cuidar dos pés é fundamental para sua saúde

Não  só a pele do rosto e do corpo e os cabelos que precisam de cuidados intensificados no verão. Além do fator estético, cuidar dos pés é fundamental para sua saúde.

Nos dias quentes, abusamos das rasteirinhas, sandálias e calçados que deixam os pés expostos ao calor e umidade. Isso pode provocar ressecamento, rachaduras e até mesmo doenças.

–  O pé mais exposto fica sujeito a descamações e engrossamento na tentativa de se defender do atrito com o chão. Além disso, o aumento da umidade, o ressecamento pelo cloro da piscina e os microtraumatismos causados por andar descalço aumentam o risco de termos pequenas aberturas na pele, que levam a contaminação por fungos, bactérias e vírus que causam infecções – diz a médica Ana Paula Manzoni, diretora da seccional gaúcha da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Hidratação diária

Os pés costumam ficar ressecados por inúmeros motivos. As laterais e calcanhares sofrem mais. Para prevenir, a dermatologista indica uma hidratação diária com cremes, loções e géis à base de ureia, substância que deixa a pele mais maleável e resistente. Depois do banho, antes de dormir, é um bom momento para se dedicar ao ritual. Se necessário, os hidratantes podem ser reaplicados pela manhã.

Cuidado com a lixa

Segundo Carla, o uso excessivo da lixa e, muitas vezes, sem necessidade pode ferir a pele, deixando-a sensível ao caminhar.

– Quem não tem calosidade, não há necessidade de lixar. Se a pessoa tem a pele mais ressecada, recomendamos a esfoliação e depois uma hidratação. Já nos casos de calos e calosidades plantares, o ideal é procurar um podólogo para remoção, lixamento e hidratação profunda.

Lave bem e seque mais ainda

Suar é bem normal nessa época do ano, mas a umidade nos pés pode lhe causar problemas sérios. No banho, lave-os bem com água corrente e sabonete de pH neutro. Não esqueça de secá-los mais ainda, principalmente na região entre os dedos. Após aquele mergulho na piscina, o cuidado deve ser redobrado. Cuide também com o chão onde pisa.

– Recomenda-se o uso de chinelos na hora da ducha. Já a água do mar possui propriedades antissépticas, nutritivas e hidratantes que beneficiam a pele –  explica Marilei.

Opte por sapatos abertos

Calçados mais fechados aumentam o calor e a umidade local, fatores que favorecem a contaminação de micoses, causadas por fungos. A dica é evitar sapatos apertados e alternar o uso dos mesmos. Se usar meias, prefira as que não são de tecido sintético.

Atenção às unhas

As micoses também podem atingir as unhas. Retirar o esmalte um ou dois dias antes da próxima esmaltação é importante para a recuperação delas. Evite retirar as cutículas e tenha sempre seu próprio kit com alicate e tesoura.

Fonte: Gauchazh

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Cuidados com a pele no verão

Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. A radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra, aumentando o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, não podemos deixar a fotoproteção de lado. Veja a seguir dicas para aproveitar a estação mais quente do ano sem colocar a saúde em risco.

Roupas e acessórios

Além do filtro solar, no verão é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois eles bloqueiam a maior parte da radiação UV.  Tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%. Evite a exposição solar entre 10 e 16 horas (horário de verão). As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV.  Outro objeto que tem extrema importância são os óculos de sol, que previnem catarata e outras lesões nos olhos.

Filtro solar

O verão é o momento de intensificar o uso de filtro solar, que deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer.  Os produtos com fator de proteção solar (FPS) 30, ou superior, são recomendados para uso diário e também para a exposição mais longa ao sol (praia, piscina, pesca etc.).

O produto deve proteger contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). Aplicar o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva. Distribuí-lo uniformemente em todas as partes de corpo, incluindo mãos, orelhas, nuca e pés. Reaplicar a cada duas horas. Porém, atenção, esse tempo diminui se houver transpiração excessiva ou se entrar na água.

Dica: o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos impede que eles se danifiquem com o vento, sol ou maresia.

É importante também proteger as cicatrizes, especialmente as novas, que podem ficar escuras se expostas ao Sol. Já as antigas também devem ser protegidas, pois há risco de desenvolvimento de tumores, apesar de ser um evento raro. A proteção pode ser feita com uso de barreiras físicas como adesivos, esparadrapos ou por meio do uso de filtro solar.

Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele que é mais sensível, de preferência filtros físicos. Recomenda-se buscar orientação com pediatra ou dermatologista sobre qual o melhor produto para cada caso. É preciso que crianças e jovens criem o hábito de usar o protetor solar diariamente.

Alerta: pessoas de pele negra têm uma proteção “natural”, pela maior quantidade de melanina produzida, mas não podem se esquecer da fotoproteção, pois também estão sujeitas a queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Assim como as pessoas de pele mais clara, precisam usar filtro solar, roupas e acessórios apropriados diariamente.

Hábitos diários

As temperaturas mais quentes exigem hidratação redobrada, por dentro e por fora. Portanto, deve-se aumentar a ingestão de líquidos no verão e abusar da água, do suco de frutas e da água de coco. Todos os dias, aplicar um bom hidratante, que ajuda a manter a quantidade adequada de água na pele.

Alguns alimentos podem ajudar na prevenção aos danos que o sol causa à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contêm carotenóides, substância que se deposita na pele e tem importante ação antioxidante. Ela é encontrada em frutas e em legumes de cor alaranjada ou vermelha.

No verão estamos mais dispostos a comer de forma mais saudável, ingerindo carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos; frutas e legumes com alto teor de água e fibras e baixo de carboidratos. Apostar nesses alimentos ajuda na hidratação do corpo, previne doenças e adia os sinais do envelhecimento.

No banho, recomenda-se usar sabonetes compatíveis com o tipo de pele, porém, sem excesso. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.

Doenças da pele

A combinação sol, areia, praia, piscina e excesso de suor elevam o risco de algumas doenças da pele. Saiba mais a seguir:

  • Micoses: infecções causadas por fungos e que podem ocorrer na pele, unhas e cabelos.  Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como calor, umidade e baixa de imunidade, estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns em que elas aparecem, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam imunes. Vale lembrar que ninguém está livre delas, crianças, jovens, adultos e idosos. A melhor forma de evitá-las é manter hábitos de higiene, como: secar-se bem após o banho, principalmente áreas de dobras da pele, como virilha, entre os dedos dos pés e axilas. Deve-se também evitar andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava-pés, vestiários, saunas). Recomenda-se, ainda, evitar calçados fechados o máximo possível, optando pelos mais largos e ventilados. Importante também é usar somente o seu material para manicure.
  • Brotoejas: pequenas bolinhas que surgem, especialmente em bebês, devido ao contato da pele com o suor, principalmente nas “dobrinhas” da própria pele ou das roupas. Podem ser bolhas transparentes com pouca coceira ou “bolinhas” avermelhadas que coçam bastante. Usar roupas leves e soltas e evitar locais muito abafados que propiciam a sudorese excessiva são algumas dicas para evitar brotoejas, sobretudo em pessoas predispostas.
  • Manchas e sardas brancas: as manchas e as sardas brancas surgem devagar e, quando menos se espera, lá estão elas.  Representam danos que os raios solares causaram na pele e aparecem gradativamente com o tempo, principalmente nas áreas expostas da pele.
    As manchas senis ou melanoses solares, em geral, são escuras, de coloração entre castanho e marrom. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. Já as sardas brancas aparecem quando há ação acumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida. A melhor forma de evitá-las é não se esquecer do protetor solar. Essas lesões são benignas, não evoluem para o câncer da pele, entretanto, recomenda-se avaliação pelo dermatologista para diferenciá-las de lesões suspeitas, que merecem uma avaliação mais detalhada.
  • Acne solar: provocada pela mistura da oleosidade aumentada da pele, sudorese, uso do filtro solar e da própria radiação solar. Recomenda-se lavar o rosto com um sabonete adequado para o tipo de pele, usar tônicos mais adstringentes e filtros solares com base aquosa ou em gel, o que pode diminuir a oleosidade.

Fonte: sbd

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3 exercícios para circulação das pernas que você deveria fazer

Como parte das práticas para manter a nossa saúde em dia, os exercícios para circulação são atividades fundamentais para evitar uma série de problemas relacionados ao bombeamento do sangue. Muitos não sabem, mas a má circulação, principalmente nas pernas, pode acarretar uma série de problemas, como inchaço, inflamações e, inclusive, doenças mais graves, como a trombose.

Por isso, ao menor sinal desses sintomas, é importante tomar uma atitude a fim de evitar que problemas sérios apareçam. Pensando nisso, aqui, separamos alguns exercícios que podem ajudar a evitar e melhorar os problemas circulatórios. Confira!

Veja qual é a importância de fazer exercícios para melhorar a circulação das pernas

Umas das melhores formas de estimular a circulação das pernas é a realização de exercícios físicos. Essas atividades funcionam como um auxílio para a diminuição das inflamações, além de diminuírem a incidência das varizes e, posteriormente, a trombose. O que acontece é que, com a fraqueza da musculatura da região e das veias, o sangue não tem o impulso suficiente para realizar o seu percurso de forma saudável.

Deu para perceber que a falta de exercício para as pernas pode causar problemas bem sérios não só para a nossa circulação, mas também para a nossa qualidade de vida. Nesse caso, separamos três tipos de exercícios que podem ser feitos sem grandes dificuldades. Continue!

1. Faça caminhadas

A caminhada é um exercício ótimo tanto para a circulação quanto para manter o corpo ativo. E já adiantamos que não é preciso muito: 30 minutos por dia já são suficientes para trazer benefícios ao seu corpo. Portanto, as caminhadas ajudam a fortalecer as pernas e a bombear o sangue com mais eficiência. Também ajudam a diminuir as dores e evitar que placas se acumulem nas artérias.

2. Eleve as suas pernas

Essa é uma atividade bastante simples, mas que pode fazer uma grande diferença para as suas pernas. O ideal é que, quando estiver deitado, você coloque uma almofada embaixo dos pés para elevá-los. 

Outra maneira é encostando as suas pernas na parede. Nesse caso, procure colocar uma almofada abaixo de sua cintura. Enquanto pés e pernas ficam elevados na parede, os braços devem ficar relaxados. Fique assim por 15 minutos.

3. Alongue as suas panturrilhas

As panturrilhas são consideradas o segundo coração do corpo, e não é para menos. Afinal, são elas que bombeiam boa parte do sangue dessa região, principalmente quando estamos em movimento. Logo, qualquer atividade que ajude a fortalecê-las é válida, como descer ou subir escadas, caminhar ou mesmo se apoiar em uma mesa e levantar na ponta dos pés por alguns segundos.

Quais são as consequências de não fazer exercícios?

Como explicamos ao longo deste texto, além do inchaço, cansaço e varizes, não fazer exercícios pode desencadear o que chamamos de trombose venosa profunda. Uma doença em que coágulos se formam no interior das veias, podendo ser fatais, pois costumam subir para alguns órgãos do corpo, como o pulmão. Por isso a importância de fazer atividades voltadas para a circulação dos membros inferiores.

Mostramos neste texto alguns exercícios para circulação das pernas que ajudam a melhorar o bombeamento do sangue. Porém, ressaltamos que manter uma rotina de atividades físicas é fundamental para evitar que esse e outros problemas apareçam.

Fonte: Doctorshoes

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A importância de realizar tratamento com podólogo?

Nossos pés possuem 26 ossos, 107 ligamentos e 33 articulações. São responsáveis por nossa sustentação e pelo impulso do nosso corpo, são essenciais no estabelecimento de uma boa postura corporal, por eles passam diversos nervos que se conectam a vários órgãos, como o coração e o cérebro, o qual manda impulsos nervosos constantemente.

É inviável pensar em uma vida saudável, com a prática regular de atividades físicas e ausência de dores, sem associar cuidados com essa área. Em síntese, são a base do nosso corpo, e muitas vezes acabam sendo negligenciados.

O que é podologia?

É uma ciência relativamente nova, que vem crescendo recentemente. É devidamente regulamentada e o profissional deve possuir formação técnica ou universitária para exercê-la.

Considerada uma atividade auxiliar à medicina, a podologia tem como função promover a saúde dos pés, prevenindo e tratando problemas específicos. Há, também, o ganho em estética, auto-estima e qualidade de vida.

Entre as áreas de intervenção, podemos citar:

  • infantil (podopediatria) e geriátrica (podogeriatria);
  • laboral (pé do trabalhador);
  • desportiva (pé do atleta);
  • preventiva;
  • ortopédica (ortopodologia);
  • pé de risco (com alterações e especificidades, como o pé dos diabéticos).

Patologias mais comuns

Com tantas áreas de atuação, dá pra imaginar que são muitas as situações em que um tratamento com um podólogo pode ser essencial, não é mesmo?

As doenças mais comuns tratadas por esse profissional são:

Joanete

Hereditário e com nome complicado, o hálux valgo trata-se de um desvio ósseo localizado na lateral do dedão do pé, causando um calo que normalmente inflige muita dor e que dificulta, ou até impossibilita, o uso de calçados fechados.

Apesar de existir o tratamento cirúrgico, feito por um médico ortopedista, existem outras opções menos invasivas, como o uso de corretivos recomendados pelo podólogo.
 

Calosidades e verrugas

Comumente confundidos por estarem localizados em zonas de pressão — sola do pé, por exemplo —, são bastante diferentes, enquanto os calos — popularmente conhecidos como olho de peixe — ocorrem justamente por conta da pressão exercida pelo próprio corpo ou pelos sapatos.

As verrugas têm origem viral, ou seja, dão o ar da graça quando há um comprometimento da imunidade: uma infecção, uma situação estressante, entre outras razões.

É aí que se torna essencial um tratamento com podólogo: apenas um profissional qualificado saberá diagnosticar o problema corretamente e prescrever o tratamento adequado para cada caso.
 

Micoses

A área dos pés é tudo que os fungos querem para poder se proliferar: estão constantemente sob a ação do calor e da umidade.

Podendo afetar tanto a pele quanto as unhas, infecções fúngicas podem requerer um longo tratamento, especialmente se diagnosticadas tardiamente. Por isso, é importante procurar auxílio caso note alguma alteração na coloração dessas áreas, podendo ou não ser acompanhada de prurido (coceira) e descamações.
 

Unhas encravadas

Se você já sofreu com esse problema, sabe bem: ele causa dor, e muita.

Vários fatores podem acarretar no seu surgimento: cortes inadequados, calçados apertados e até mesmo a genética. Um tratamento equivocado pode não só piorar o problema, como levar à perda da unha ou até causar infecções mais graves no organismo.
 

Chulé

A bromidrose é caracterizada pela presença de mau cheiro em áreas como axilas e pés, que aparece devido a transpiração associada à presença de bactérias.

O podólogo fará as recomendações cabíveis, que visam, além de acabar com tais bactérias, impedir seu retorno com a mudança de hábitos simples, como trocar sapatos e meias com mais frequência.

Além dos casos acima, o profissional capacitado também lida com dores, lesões e uma lista extensa de outras situações. Em caso de dúvida, não hesite em procurar um tratamento com podólogo.

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