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TENDINOPATIA: SAIBA O QUE É E COMO TRATÁ-LA

Algumas pessoas confundem as palavras tendinopatia e tendinite. Por mais que os dois problemas de saúde tenham sintomas muito parecidos, são condições distintas. A tendinopatia é um desgaste da proteína de colágeno, que é responsável pela formação dos tendões. Já a tendinite é somente uma inflamação que ocorre no tendão.

Ainda que estejamos mais acostumados com o termo tendinite, a tendinopatia é de fato mais comum. A diferença é que ela não é diagnosticada e reconhecida com a mesma frequência que a tendinite.

Mas você sabe o que é tendinopatia? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!

O QUE É TENDINOPATIA E POR QUE ELA OCORRE?

Como vimos, a tendinopatia, conhecida também como tendinose, é o desgaste do colágeno em um determinado tendão. Isso resulta em dor e queimação, incluindo a redução da abrangência e flexibilidade de movimento. Os tendões nada mas são que tecidos muito fortes que têm proteínas de colágeno, fazendo a conexão dos músculos com os ossos.

A tendinopatia pode limitar não somente as atividades esportivas, mas também nossas atividades diárias, podendo durar meses ou até mesmo anos caso não seja diagnosticada e tratada corretamente.

Apesar de a tendinopatia poder surgir em qualquer tendão, ela é mais comum em:

  • tendão patelar (tendão que conecta a rótula à tíbia);
  • tendão de Aquiles (conecta os músculos da região posterior da panturrilha ao osso do calcanhar);
  • tendões da coxa (conecta os músculos isquiotibiais à pélvis, joelho e ossos da canela);
  • tendões do manguito rotador (cobrem a cabeça do úmero, que é o osso do braço, ajudando você a levantar e girar esse membro).

QUAIS AS CAUSAS DA TENDINOPATIA?

A tendinopatia é mais comumente causada quando o tendão é utilizado em excesso, devido a ações repetitivas. Isso pode incluir atividades esportivas, de trabalho ou do dia a dia, o que significa que alguns dos grupos de maior risco de tendinopatia incluem pessoas que fazem trabalho manual, atletas e músicos.

A ausência de tônus muscular e o envelhecimento também podem causar o progresso da tendinopatia. Antes, os médicos achavam que a tendinopatia era a consequência da tendinite. Porém, depois de olhar pelo microscópio amostras de tendões lesados, muitos agora acreditam que na verdade é o inverso — a tendinite é a consequência final de uma tendinopatia.

Outras causas podem incluir:

  • artrite;
  • velhice;
  • a falta de tônus muscular;
  • obesidade (pois isso coloca os tendões do corpo sob maior estresse);
  • estresse repentino em um tendão (por exemplo, um esporte de alto impacto após um período de inatividade).

QUAIS OS CUIDADOS PARA EVITAR ESSE PROBLEMA?

A tendinopatia pode ser prevenida facilmente evitando, por exemplo, um aumento repentino nas atividades físicas. Em vez disso, recomenda-se ir aumentando gradualmente os exercícios.

Assim, se você decidir começar a treinar para uma maratona, em vez de começar correndo por 30 minutos, 6 vezes por semana, tente começar correndo 3 vezes e, em seguida, adicione uma corrida extra por semana, até que possa correr com mais segurança 6 vezes.

Além disso, mantenha hábitos saudáveis, como uma boa alimentação e a prática de exercícios que fortaleçam a musculatura.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA TENDINOPATIA?

A tendinopatia geralmente se apresenta com uma dor em queimação e inchaço na área afetada. Os sintomas de uma lesão no tendão podem ser parecidos ou combinados com a bursite.

Os sintomas e sinais incluem:

  • dor localizada;
  • menos força no membro;
  • vermelhidão e calor no local;
  • dificuldade de se movimentar;
  • dor que piora quando o tendão é usado;
  • inchaço, vermelhidão e calor na pele na área afetada;
  • um aumento perceptível da dor e rigidez durante a noite e logo pela manhã.

QUAIS OS POSSÍVEIS TRATAMENTOS?

Há muita formas de tratar a tendinopatia, seja em casa ou com a ajuda de um fisioterapeuta capacitado. O modo como você trata essa condição dependerá da causa e da gravidade da doença.

TRATAMENTOS CASEIROS

Se sua tendinopatia for recente ou relativamente leve, você pode iniciar tratamentos caseiros. É uma boa ideia começar tratando a área com uma bolsa de gelo nos primeiros três dias. O gelo ajudará na redução do inchaço e da dor. É recomendado aplicar uma bolsa de gelo por cerca de 20 minutos.

Após três dias de uso de gelo, os tratamentos térmicos podem ser uma escolha melhor para a dor de tendinopatia. A aplicação de calor ajudará o fluxo sanguíneo e relaxará os músculos, facilitando a cura da lesão.

Além disso, é recomendado:

  • descansar a área afetada tanto quanto possível;
  • aplicar uma bolsa de gelo na lesão até oito vezes ao dia para reduzir o inchaço;
  • utilizar uma compressa de bandagem elástica, enrolada firmemente, mas não muito apertada ao redor da área afetada;
  • manter a área afetada em um nível mais alto com a ajuda de um travesseiro, por exemplo. Isso auxiliará na redução do inchaço.

Lembre-se de mudar de uma bolsa de gelo para uma bolsa de calor após três dias de tratamento de sua lesão.

CUIDADOS COM O FISIOTERAPEUTA

Se a sua lesão for mais séria ou não melhorar após alguns dias de tratamentos caseiros, a melhor opção é procurar ajuda profissional. Um fisioterapeuta pode ajudá-lo a avaliar a gravidade e a causa da doença e a melhor forma de tratá-la.

Sendo um profissional especialista, ele também pode trabalhar com você para desenvolver um plano de tratamento, a fim de ajudá-lo a diminuir a probabilidade de recorrência.

É uma boa ideia consultar um fisioterapeuta se você estiver sob alto risco ou trabalhar em uma profissão na qual movimentos repetitivos são comuns.

CIRURGIA

A cirurgia geralmente é considerada a última opção no tratamento da tendinopatia. Em outras palavras, ela só é realizada depois de o paciente já ter tentado todas as outras opções de tratamento.

Caso se confirme a necessidade do procedimento, o tipo de cirurgia dependerá do tendão que foi afetado e da extensão do problema. Uma visita ao seu médico e ao fisioterapeuta é um bom ponto de partida para elaborar um plano de tratamento e resolver o que causou a doença, evitando que ela volte a aparecer.

Por fim, vale ressaltar que a tendinopatia de longo prazo ou recorrente geralmente tem diversas causas, o que exigirá uma avaliação completa e um plano de reabilitação individualizado. Nesse contexto, é muito importante buscar um diagnóstico especializado para definir o tratamento correto para cada caso.

Fonte: Doctor Shoes

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DISMETRIA: SAIBA COMO LIDAR COM ESSA SITUAÇÃO!

A dismetria ou síndrome da perna curta é uma condição que afeta várias pessoas. Nesse caso, uma perna é menor que a outra e a diferença entre elas pode ser de poucos ou muitos centímetros, gerando a dificuldade de locomoção, desconforto, entre outras complicações que prejudicam a qualidade de vida.

Apesar de ser um problema preocupante para quem tem, a boa notícia é que existem diversos tratamentos que podem ser aplicados como forma de amenizar ou, até mesmo, resolver por completo.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para explicar as principais dúvidas sobre o assunto. Confira!

COMO IDENTIFICAR QUE UMA PERNA É MAIS CURTA DO QUE A OUTRA?

Normalmente, é mais fácil identificar uma perna menor que a outra quando a diferença é superior a 2 cm, tendo em vista que assim o corpo fica desalinhado. Nos casos em que a diferença é menor, uma ideia é deitar de barriga para cima e dobrar os joelhos. Se um deles ficar mais elevado que o outro, pode ser que apresente a dismetria. Outra opção é utilizar uma fita métrica para medir. A dismetria pode ser classificada em:

  • discreta: menor que 3 cm;
  • moderada: varia entre 3 e 6 cm;
  • grave: acima de 6 cm.

Além disso, a dismetria pode ser classificada como verdadeira ou falsa, onde a verdadeira acontece quando os ossos da perna realmente estão mais curtos, enquanto a perna curta falsa ocorre nos quando em que o comprimento dos ossos da perna são semelhantes, mas existe um desnível no quadril.

QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS CAUSAS?

Entre as principais causas da dismetria estão:

  • deformidades ósseas;
  • origem genética;
  • origem neuromuscular;
  • fratura ou traumas dos ossos;
  • doenças degenerativas etc.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS?

Os sintomas da dismetria podem variar de um indivíduo para o outro. Entre os mais comuns podemos apontar:

  • dor na perna mais curta, lombar e articulações;
  • andar mancando;
  • dor nas costas, quadril, joelho ou tornozelo.

Para evitar o agravamento dos sintomas, o ideal é que o diagnóstico seja feito o mais breve possível e, assim, realizar o melhor tratamento.

QUAIS PROBLEMAS ESSA CONDIÇÃO PODE CAUSAR?

Ter uma perna menor que a outra pode prejudicar a saúde de várias formas:

  • alterações nos joelhos;
  • dificuldades para caminhar;
  • desenvolvimento de escoliose;
  • surgimento de pequenas fraturas;
  • dores no pescoço, ombros e costas.

Isso porque, com a dismetria, o corpo precisa adotar posturas compensatórias inadequadas, que podem causar dores e inflamações com o decorrer do tempo.

QUAIS SÃO OS POSSÍVEIS TRATAMENTOS?

É possível curar a perna curta ou reduzir de forma considerável as diferenças, desde que o tratamento adequado, que deve ser proposto por um médico ortopedista, seja realizado. Entenda melhor sobre algumas opções.

FISIOTERAPIA

As sessões de fisioterapia ajudam na liberação da fáscia muscular, além de promover a correção da escoliose, alongamento dos músculos encurtados e redução do enfraquecimento muscular e dor. O RPG e Pilates também são bastante eficazes para o alinhamento do corpo.

PALMILHAS

As palmilhas ortopédicas próprias para esse fim, deve ser feita sobre medida, com regulação para sincronizar e fazer a compensação necessária entre as duas pernas, realinhado o corpo, além de eliminar as dores e prevenir a progressão da diferença entre uma perna e a outra.

SAPATOS COM CUNHA

As cunhas são inseridas dentro do sapato, com a finalidade de também solucionar de maneia eficaz a diferença entre uma perna e outra.

CALCANHEIRAS DE COMPENSAÇÃO

Nesse caso, as calcanheiras compensam o encurtamento de uma das pernas. São usadas por cima da palmilha original do sapato, para que a diferença entre um membro e outro seja exata.

Agora que você entende melhor sobre a condição de ter uma perna menor que as outras, o ideal é contar com um profissional especializado para realizar o diagnóstico e propor o tratamento mais adequado.

Este artigo foi útil para você? Então, aproveite para compartilhar nas redes sociais para que seus contatos saibam um pouco mais sobre o tema!

Fonte: Doctorshoes

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CHULÉ (BROMIDROSE PLANTAR) – CAUSAS E TRATAMENTO

O QUE PROVOCA O MAU CHEIRO NOS PÉS?

O famoso chulé, termo popular usado para descrever o mau cheiro dos pés, recebe na medicina o nome de bromidrose plantar.

O chulé surge devido à ação de bactérias sobre o suor em determinadas partes do corpo. Mas se todos nós temos suor e bactérias por toda a nossa pele, por que algumas pessoas só tem mau cheiro nos pés? Bom, vamos gastar algumas linhas explicando o que é a bromidrose.

O nosso suor é produzido pelas glândulas sudoríparas, sendo naturalmente um líquido sem odor. Existem dois tipos de glândulas sudoríparas: écrinas e apócrinas.

FATORES QUE FAVORECEM O APARECIMENTO DO MAU CHEIRO

Quase todo mundo passa o dia com os pés cobertos por meias e calçados, mas nem todo mundo tem chulé na mesma intensidade. A presença de suor e bactérias nos pés é a principal causa de chulé, mas há outros fatores que colaboram para a intensidade do mesmo.

As mãos têm aproximadamente a mesma quantidade de glândulas sudoríparas que os pés, mas a não ser que você passe o dia de luva, é pouco provável que sua mão exale odores como o seus pés. Portanto, os dois fatores mais importantes para o aparecimento do chulé são a quantidade de suor produzida ao longo dia  e a quantidade de tempo que o indivíduo passa com os pés totalmente cobertos, sem contato com o ar para que a suor possa evaporar. Por exemplo, pessoas que passam o dia inteiro de botas, sob forte calor, tendem a ter mais chulé que aqueles que passam o dia sentado no ar condicionado e podem usar calçados mais leves, que permitem uma melhor ventilação dos pés.

TRATAMENTO

Agora que você já conhece as causas do chulé, fica mais fácil planejar o seu tratamento. Dois passos são essenciais: reduzir a umidade dos pés e o número de bactérias na pele.

Algumas atitudes bem simples podem resolver o problema de chulé nos casos menos intensos.

10 dicas para evitar o chulé

  • Evite usar o mesmo sapato por vários dias seguidos. O ideal é revezar 2 ou 3 pares de calçados ao longo da semana.
  • Os sapatos não utilizados no dia devem ficar sempre em locais bem ventilados, e se possível, expostos ao sol por algumas horas.
  • Sempre que possível, dê preferência a calçados mais leves e que permitam melhor ventilação dos pés. Todo mundo já teve aquele sapato que é ótimo de se usar, mas que parece ser uma fábrica de chulé. Estes normalmente são feitos com material mais isolante, como borracha ou plástico, que impedem a ventilação dos pés e favorecem a proliferação de bactérias.
  • Quando for socialmente aceitável, dê preferência a calçados abertos.
  • Evite usar sapatos sem meias, pois elas ajudam na absorção da umidade. Sapatos sem meias costumam provocar mais chulé.
  • Quando usar meias, as melhores são as finas e feitas com algodão.
  • Se você sua muito, troque as meias pelo menos uma vez por dia.
  • Se notar que o pé fica úmido ao final do dia, tente usar talco nas meias e nos sapatos para facilitar a absorção da umidade. Alguns talcos são antissépticos e têm perfume, o que ajuda ainda mais a tirar o chulé.
  • Quando estiver em casa, prefira andar descalço ou de chinelo em vez de com meias e/ou sapatos fechados.
  • Lave os pés diariamente, de preferência com sabão antisséptico. Ao final seque bem, principalmente entre os dedos. O uso de secador ajuda nesta tarefa.

Fonte: MD.Saúde

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Quer saber como se livrar dos pés cascudos?

Nada de cutucar ou passar pedra pome, o bom mesmo é secar muito bem os pés e fortalecer a hidratação

Tempo seco, pele seca; calçado fechado ou aberto o dia todo… Não tem pé que aguente.

Muitas vezes acabamos recorrendo à lixa ou à pedra pome para retirar o ressecado aparente no calcanhar e na sola dos pés. Mas é importante saber: isso agride a pele e deixa ela mais sensível e fina, podendo gerar ranhuras e rachaduras e, mais além, ainda podem surgir fungos e outras micoses.

Separamos algumas dicas para você reconquistar um pé macio e saudável.

Não cutuque

Quando o pé está cascudo, muitas pessoas tentam tirar as pelinhas. Isso é um grande erro, pois quanto mais você tira, menos sua pele regenera. Ainda corre o risco de se machucar.

Pele hidratada

Quando a pele fica grossa e cascuda significada que ela não foi bem cuidada, então aumente a frequência da umectação, de manhã e antes de dormir. Aplique o creme hidratante ou um óleo 100% natural por todo o pé e calce uma meia macia e grossa, isso vai ajudar a potencializar o tratamento.

Repita o processo até que a aparência melhore.

Seque bem seus pés

Ficamos o dia todo com calçados fechados e até mesmo os abertos como sandálias, e logo após o banho, não damos a devida atenção. E aí o pé cascudo piora, começa a descamar, aparecem fungos, micoses e frieiras. Assim que sair do banho ou lavar os pés, seque-os bem. Se for preciso, use o secador para tirar toda umidade.

Máscara para reter água

Quando você aplica uma máscara nos pés, ela tem o poder de reter água. Isso significa que vai umectar ainda mais a região. Sugiro uma máscara de prata, pois o ativo é bactericida, esteriliza, combate a calosidade, eczema, irritação e sensibilidade. Fora que tira o mau odor.

Para fazer em casa: escalda pés

Ajuda a relaxar e a ativar a circulação, principalmente na sola dos pés. Encha uma bacia com água quente, coloque um copo de sal grosso, pedras (que têm magnetismo e trazem equilíbrio), folhas de manjericão (para ser terapêutico e trazer boa sorte).

Coloque um xale nas costas para ficar aquecida. Brinque com os pés na água, aperte as pedras bem no meio dos pés, para estimular o plexo solar. Fique assim por cinco ou dez minutos.

Em seguida, misture uma colher de sopa de babosa e com uma colher de chá de mel.

Passe nos pés e coloque uma meia grossa de algodão. Deixe por cinco minutos e lave os pés em água corrente. Seque bem e finalize com um pouco de óleo 100% natural.

Esfoliantes

Você pode fazer uma esfoliação para retirar as células mortas dos pés e recuperar a maciez, mas depois você precisará cuidar diariamente, pois a pele está mais fina.

Esfoliante demais compromete a saúde da pele, pois afina e ainda agride.

Misture uma colher de açúcar mascavo e uma colher de chá de óleo natural de gergelim, azeite de oliva também serve. Massageie bem.

Fonte: Maxima

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Importância da Podopediatria

Podopediatria ou podologia infantil é o tratamento que visa a saúde dos pés de crianças de zero a doze anos de idade. Esse cuidado é essencial para assegurar o desenvolvimento correto dos pés dos pequenos e a prevenção de possíveis problemas no futuro. Algumas deformidades na pisada ou dores na fase adulta se devem a falta de atenção e cuidados durante a infância.

Os recém-nascidos devem receber atenção especial, pois neles o local que mais perde e recebe calor são nos pés. Médicos afirmam, também, que os primeiros três anos de idade são muito importantes porque estabelecem a forma básica dos pés.

A maior parte das alterações podológicas são hereditárias, porém a posição que a criança adota ao dormir e posição em que se encontram as pernas do bebe na barriga da mãe também podem provocar modificações nos pés dos pequenos. Isso acontece porque os pés infantis são muito macios e flexíveis, qualquer pressão anormal pode causar deformidades e isso só será percebido quando a criança começar a andar.

Como garantir a saúde dos pés das crianças?

O principal cuidado é ter a devida atenção ao desenvolvimento infantil. O pé chato, por exemplo, não causa dores em crianças pequenas, o que significa que elas não vão reclamar. Você já reparou que alguns bebês usam sapatinhos bem justos e não demonstram desconforto?

Assim, cabe aos pais ou responsáveis observarem qualquer irregularidade ou condição diferente do padrão normal, como por exemplo (dedos sobrepostos, vermelhidão intensa ou ausência do arco plantar).

Fonte: Clinica São Camilo

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Saiba como hidratar o corpo dos pés à cabeça e garantir uma pele sem ressecamento no calor

Durante o verão, devido ao calor, nosso corpo está mais sujeito à desidratação, o que também afeta nossa pele. Então, é hora de abusar de hidratantes. Mas para cada parte do corpo há uma maneira certa de evitar o ressecamento!

A pele é o maior órgão do corpo inteiro, mas nem por isso ela tem as mesmas características e necessidades em cada parte. Por exemplo, a pele da pálpebra e área dos olhos é extremamente fina, enquanto nos pés o tecido é mais grosso. Mas não é por isso que a hidratação é necessária apenas no rosto: o corpo também pode sofrer com o ressecamento. “A hidratação é fundamental para a saúde da pele, pois recupera as características normais do tecido, equilibrando e mantendo a concentração de água em suas diferentes camadas, o que resulta em uma pele mais viçosa e saudável. Além disso, a hidratação adequada mantém a barreira cutânea em funcionamento, protegendo contra a perda d’água e a ação de germes, micro-organismos e substâncias irritantes ou alergênicas”, explica o dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

E no verão, os cuidados com a desidratação e ressecamento da pele devem ser redobrados, pois fatores como a transpiração excessiva, as mudanças de umidade do ar e a exposição prolongada ao sol e ao ar-concionado podem ressecar a pele ainda mais. Por isso, confira abaixo as recomendações do médico para hidratar cada área do corpo:

Cabelos – Não apenas a pele, mas os cabelos também sofrem com a desidratação. Logo, a hidratação da fibra capilar é fundamental, pois vai unir a cutícula do fio, promovendo a melhora do brilho e aparência do cabelo. “Shampoos sem sulfato junto com uma máscara hidratante são ótimos para manter o cabelo hidratado e protegido contra agressões. Condicionador e pré-shampoo com alta propriedade hidratante também podem ser usados para melhorar o estado de ressecamento dos fios”, recomenda o médico. Entre os ativos, é importante investir em Liponutrium Hair, Capixyl, Arct-Alg e, se o cabelo sofreu algum processo químico, o uso de ReparAge é fundamental para recuperar o diâmetro do fio.

Rosto – A face é mais sensível que o restante do corpo, por isso necessita de maior atenção e cosméticos específicos. O mais importante é sempre usar o produto adequado para as suas necessidades, podendo conter, além de substâncias hidratantes, princípios ativos antienvelhecimento, calmantes ou que estimulem a produção de colágeno. Entre os ativos mais recomendados, estão: Hyaxel, Arct-Alg, Progenitrix, Sculptessence e Epidermosil. “Peles mais oleosas necessitam de produtos com secagem rápida, oil free, geralmente em séruns e loções; enquanto para as peles mais secas o mais indicado é o uso de cremes ricos em ômegas”, afirma o médico. O mesmo cuidado com o rosto pode ser estendido ao pescoço e colo.

Lábios – Muitas pessoas esquecem de hidratar os lábios, mas, assim como o resto do corpo, os lábios também podem sofrer com ressecamento, inflamações e envelhecimento precoce. Mulheres que usam batons levam vantagem, pois muitos possuem propriedade hidratante. Porém a melhor opção para a hidratação dos lábios são os Lip Balms. “Incolores ou não, os balms labiais possuem manteigas hidratantes, óleos, antioxidantes, vitamina E, colágeno e outras substâncias que ajudam a hidratar rapidamente os lábios

Os melhores promovem fotoproteção também. O ideal é levar o produto sempre com você, para passar diversas vezes ao dia”, afirma o dermatologista. “É importante ficar de olho no rótulo, pois estes produtos não devem conter fragrâncias ou petrolato em sua fórmula.”

Mãos e cotovelos – Além da desagradável sensação de aspereza ao toque, a falta de hidratação nas mãos pode causar fissuras e até descamamentos na superfície da pele. Por isso, é importante investir em um hidratante específico para mãos, que deve ser aplicado não apenas uma, mas várias vezes ao dia. Segundo o médico, o ideal é que estes cosméticos contenham substâncias à prova d’água, pois assim o hidratante não sairá totalmente quando você lavar as mãos. “É importante também que o creme hidratante para as mãos possua ureia em sua formulação, pois este ativo promove uma espécie de proteção para que as mãos não percam muita água e mantenham-se hidratadas. Além disso, a ureia é um ótimo esfoliante, auxiliando na diminuição da espessura da pele e colaborando para a melhor penetração dos ativos”, completa. O mesmo creme pode ser passado nos cotovelos.

Corpo – A pele do corpo tem uma quantidade menor de glândulas sebáceas e, por isso, é mais seca, podendo assim receber loções e cremes mais espessos e pesados, mas vale a pena investir também em ativos como o ácido hialurônico DSH CN e Hydroxyprolisilane CN. O uso de hidratantes no corpo evita o aparecimento de marcas como estrias e manchas.

“Existem produtos que permitem que a hidratação do corpo seja feita dentro do banho, logo após o enxague do sabonete. Os In-Shower, como são chamados, são ótimos, principalmente para quem não tem problemas de pele seca, pois promovem uma hidratação eficaz e evitam que você tenha que passar inúmeros cosméticos depois”, afirma o médico. Se você optar por não usar um hidratante durante o banho, o ideal é que você passe imediatamente após o banho, pois é o período de maior aproveitamento do efeito do cosmético. Com a pele úmida, os poros têm maior capacidade de absorver os ativos do produto.

Pés – Apesar de terem a pele mais espessa e resistente em relação a outras áreas do corpo, os pés também precisam de cuidados diários, pois o uso constante de sapatos, botas, saltos e sandálias e a menor quantidade de glândulas sebáceas na região facilitam o ressecamento e o espessamento da pele. “A pele da planta dos pés fica mais áspera, espessa e esbranquiçada por causa do acúmulo de queratina. Como a queratina é uma proteína morta, quando a pele está seca sem a boa e adequada formação de água e lipídios, ela pode ser tornar esbranquiçada, em um sinal de perda da integridade da barreira cutânea”, destaca a médica. Para prevenir este problema o ideal é apostar em produtos que proporcionam hidratação, relaxamento, proteção contra fissuras, descamações e contaminações por fungos e bactérias. “Já para evitar o espessamento do tecido o recomendado é evitar sapatos muito apertados, que causem atrito ou feridas em determinada área dos pés, e utilizar calçados mais confortáveis com meias de algodão, que facilitam a respiração da pele. O uso de palmilhas e protetores também é interessante para reduzir as chances de o problema surgir”, completa o dermatologista.

Para garantir que a pele permaneça hidratada, alguns outros cuidados e observações são importantes. Por exemplo, o uso excessivo de sabonetes é prejudicial, pois pode retirar o manto hidrolípidico, camada de água e óleo necessários para manter a integridade da pele.

“O ideal é que sejam utilizados sabonetes líquidos específicos para peles mais sensíveis na quantidade de uma colher de sopa, que já é suficiente para remover a sujeira do corpo todo”, destaca o dermatologista.

O médico ainda alerta sobre a importância de verificar os ativos presentes na formulação antes de escolher o hidratante, evitando sempre produtos que possuam álcool, fragrâncias e parabenos, que podem causar alergia. Outra forma de manter a pele hidratada é por meio de vitaminas orais, como FC Oral, Bio-Arct e In.Cell, que melhoram o funcionamento celular e o transporte de nutrientes para garantir uma barreira cutânea mais saudável.

“Porém, é de extrema importância que você consulte um dermatologista regularmente. Apenas ele saberá quais os melhores métodos de hidratação para cada tipo de pele”, finaliza o médico.

JARDIS VOLPE: Dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.

Via: dhojeinterior

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As respostas para as principais dúvidas sobre a micose das unhas

Quais os sinais dessa infecção? O que causa o problema? Dá para prevenir? Esclarecemos essas e outras dúvidas logo abaixo!

Ela começa sorrateira, com pequenas alterações, como o descolamento das unhas e o aparecimento de manchas brancas ou amareladas. E, na pressa do dia a dia, tem gente que dá pouca atenção a esses sinais iniciais da micose, também chamada de onicomicose. Esse descuido pode levar a uma piora rápida do quadro.
Esclarecemos aqui as principais dúvidas sobre a micose das unhas, um problema mais frequente nos pés, para você saber como prevenir, identificar e tratar a infecção logo no início.


O que é a micose de unha?
A micose de unha é uma infecção comum, causada por fungos que se alimentam da queratina, proteína que compõe a maior parte da unha. Se não tratado, o processo infeccioso pode se espalhar por toda a unha, e até mesmo para outras unhas, tornando o tratamento mais difícil.
Por que a incidência nas unhas dos pés é maior do que nas das mãos?
Porque os pés costumam ficar fechados em meias e calçados, e esse ambiente quente e úmido favorece o desenvolvimento dos fungos. Segundo a dermatologista Fabia Oppido Schalch (CRM 105016 e RQE 39238), há o risco, inclusive, de os fungos de uma unha infectada se espalharem para meias e sapatos e, dessa forma, infectarem as
outras e até a pele dos pés. “Para evitar essa recorrência, recomendamos que o paciente faça um rodízio de sapatos. Além disso, é importante deixá-los arejar ao sol e aplicar um talco na parte interna. Mas vale lembrar que as unhas das mãos também podem ter micose, principalmente em pessoas que mexem muito com água. É que os pequenos traumas nas unhas, somados à umidade constante, podem levar à proliferação de
fungos na região.

Quais os primeiros sinais?
“Inicialmente, são pequenos descolamentos da unha, ou mudança de sua coloração, tornando-se esbranquiçada, amarelada ou, em alguns casos, até amarronzada ou enegrecida, dependendo do tipo de fungo. Com o tempo, pode haver também um espessamento, ela fica grosseira e chega até a se deformar. Mas os sintomas dependem do tipo de fungo. A Cândida, por exemplo, é menos causadora de onicomicose nos pés, mas, quando ocorre nas mãos, pode provocar também uma inflamação na pele ao redor
da unha, conhecida como paroníquia, problema chamado popularmente de
‘unheiro’”, explica Fabia.


Quais as possíveis causas da micose nas unhas dos pés?
A micose ocorre por uma infecção fúngica, mas os ambientes quentes e úmidos favorecem o seu desenvolvimento. Por isso, é importante ter atenção aos seguintes hábitos: secar bem os pés após o banho, evitar o uso de calçados e meias confeccionadas em material sintético, que aumentam a sudorese e não absorvem o suor.
Vale, ainda, trocar as meias diariamente, alternar o uso dos sapatos e, sempre que possível, optar por um modelo aberto, como sandálias ou chinelos.

Há pessoas com maior tendência a desenvolver micose nas unhas dos pés?
De acordo com a dermatologista, há um grupo que merece maior atenção: os diabéticos, os idosos e os pacientes que têm, de alguma forma, uma insuficiência da vascularização periférica, ou seja, dos dedos das mãos e dos pés. “Eles devem ter cuidado dobrado, já que a falta de oxigenação nessas regiões pode facilitar o desenvolvimento da infecção fúngica. Principalmente no caso das pessoas com diabetes, deve haver muita atenção, porque a infecção pode evoluir para problemas secundários, e a queda da imunidade pode ser uma porta de entrada para a erisipela.”


Como é possível prevenir?
Alguns cuidados ajudam a evitar as onicomicoses nos pés: manter as unhas bem cortadas e os pés bem higienizados, alternar o uso dos calçados e colocá-los ao sol e aplicar um talco na parte interna são bons hábitos. “Vale, ainda, ficar de olho na saúde das unhas. Se notar algum trauma ou descolamento, procure o dermatologista para uma avaliação”, orienta.
E atenção: como os salões de beleza também oferecem riscos, é importante verificar se todo o material utilizado para fazer as unhas é esterilizado na autoclave. “Recomendo que os pacientes com maior risco de desenvolver micose levem seu próprio kit, inclusive com esmaltes, pois um estudo recente comprovou que o produto pode ser local de cultura dos fungos.”


E como tratar?
Existem muitos tipos de tratamentos para micose de unha que incluem cremes, esmaltes, medicamentos orais, entre outros. Mas é preciso paciência e persistência, pois os fungos são muito resistentes e desenvolvem uma espécie de carapaça de proteção, o que torna o processo de cura bem lento. “O paciente demora para notar a melhora do
quadro, pois é preciso aguardar o crescimento natural da unha para que a parte danificada seja substituída pela unha saudável. Além disso, o fato de as unhas estarem nas extremidades do corpo, áreas que recebem menos aporte sanguíneo, também contribui para a lentidão do tratamento, principalmente quando realizado com medicamentos orais. Isso porque, após a ingestão, eles são absorvidos pelo sistema digestivo e somente depois são liberados para a corrente sanguínea. Agora, se as unhas
dos pés têm vascularização reduzida, imagine a pequena concentração de medicamento

Via: Veja Saúde

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Cuide dos seus pés no verão

Cuidar dos pés é ainda mais importante: eles tendem a ficar mais ressecados e expostos às agressões externas, já que usamos sapatos mais abertos nesse período.

Quando o tempo começa a esquentar, costumam aparecer fissuras nos pés devido ao calor e ao tempo seco. Nessa época, os pés costumam transpirar mais, causando odores, e as bordas dos dedões podem descascar, principalmente para quem fica descalço (podendo até ocasionar fissuras).

Cuidados Básicos

  • Faça uma esfoliação nos pés uma vez por semana para retirar as células mortas.
  • Use creme específico para os pés diariamente.
  • Quando for deixar os pés expostos ao sol, não se esqueça de usar sempre o protetor solar.
  • Deixe as unhas “respirarem” (sem esmalte) pelo menos 1 dia antes da próxima aplicação; muito esmalte deixa as unhas esbranquiçadas.
  • Evite tirar as cutículas, principalmente se for à praia, piscina ou clube. Assim, seus pés ficarão protegidos de fungos e doenças.
  • Coloque os pés para cima, apoiando em um travesseiro ou almofada. Isso melhora a circulação e ainda ajuda a prevenir as varizes. Não se esqueça também de beber bastante líquido neste período.
  • Cuide da transpiração: Para evitar aquele cheirinho desagradável, uma boa dica é usar talcos antissépticos, que ajudam a absorver a umidade dos pés.

Esfoliação dos Pés

A esfoliação é uma boa pedida se você quiser deixar seus pés macios. Com a esfoliação são retiradas peles mortas que não saem com um banho. O ideal é que depois da esfoliação seja aplicado um hidratante para os pés. Esses esfoliantes podem ser usados durante o banho. Confira algumas sugestões de esfoliantes para os pés.

Hidratação dos Pés

Para não deixar seus pés secos como uma sola de sapato e cheios de rachaduras, invista com tudo na hidratação. Uma boa hidratação vai ajudar seus pés ficarem macios e hidratados. Ideias:

Tratamentos Caseiros para os Pés

Além dos tratamentos tradicionais você também pode optar por tratamentos caseiros e naturais. Veja alguns exemplos.

Massagem com Óleo Essencial de Cravo para Pés Cansados

O óleo de cravo é anti-inflamatório e melhora a circulação. Uma massagem ajuda a aliviar dores e pés cansados. Isso vai estimular o fluxo sanguíneo e relaxar os músculos. Para fazer uma massagem basta separar 20 ml de um óleo carreador (oliva, gergelim, jojoba, semente de uva, amêndoas) e adicionar 10 gotas de óleo essencial de cravo. Misture bem, e faça massagens até o óleo penetrar na pele.

O cuidado com os pés é muito importante, afinal são eles que carregam todo o peso do nosso corpo. E quando não tratados com o devido cuidado, podem sofrer danos não apenas na estética, mas também na saúde — ocasionando, por exemplo, dores nas costas e nas pernas. Por isso, cuide sempre muito bem dos seus pés!

Via: Beleza e Saúde

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Por que os pés crescem após a gravidez? Bem Estar fala sobre crescimento e proporção

Em algumas mulheres em que o pé é mais curvado, o peso da gestação e a atuação dos hormônios que afrouxam os ligamentos fazem com que o pé fique mais chato e, consequentemente, maior.

Você já experimentou uma calça colocando no pescoço? E sapato, medindo no antebraço? Dizem que eles têm o mesmo tamanho! Será que isso funciona mesmo? E o pé, até quando ele cresce? Às vezes, o aumento nas medidas pode ser um problema hormonal.

Crescimento e puberdade

Muitos hormônios e fatores estão associados ao crescimento do corpo humano. O que dita o crescimento é a idade óssea, enquanto a cartilagem do crescimento estiver aberta, nós continuaremos crescendo. O estrógeno é responsável por isso e quanto mais tempo ficamos com a cartilagem aberta, mais alto seremos. Quem tem a puberdade precoce é mais baixo porque produz mais hormônios e a cartilagem se fecha antes.

CÁLCULO – A carga genética é um fator bastante importante para o crescimento, sendo possível fazer um cálculo da altura da criança com base na altura dos pais. A conta é a seguinte: soma-se a altura do pai com a altura da mãe e divide-se por 2. Se for menino soma 6.5 cm, se for menina, subtrai 6,5 cm. No caso dos homens, soma porque o tempo do estirão na puberdade é mais longo.

A relação da altura com o infarto e o câncer

Dr. Bruno Halpern explica que há estudos que comprovam que pessoas baixas têm mais chance de ter problemas cardiovasculares enquanto as altas, câncer.

Os genes relacionados à baixa estatura estão relacionados às doenças cardiovasculares e tem ainda o fator da alimentação: quem é mais baixo come mais ou menos a mesma quantidade que alguém alto, então o ganho de peso é outro fator de risco.

Nas pessoas altas, o problema é a produção em excesso do hormônio do crescimento. Esse hormônio continua sendo produzido ao longo da vida e as pessoas mais altas produzem em maior quantidade, o que é um fator de risco para o câncer, já que o GH é responsável pela estimulação da multiplicação celular.

O tamanho do pé e a gestação

Em algumas mulheres em que o pé é mais curvado, com o peso da gestação e a atuação dos hormônios que afrouxam os ligamentos, o pé fica chato e, consequentemente, maior.

Dependendo do peso que a gestante ganhar, o pé pode inchar e também aumentar o número. O pé não cresce propriamente dito, ele estica ou engorda, e não volta após a gravidez.

Proporcionalidade

Cintura: um fator de risco para doenças cardiovasculares é ter a cintura maior que a metade da altura.

Seios: durante a lactação, se a mãe der sempre o mesmo peito para o bebê mamar, esse seio vai ficar maior que o outro. Quanto mais estimulado o seio, maior ele dica. A dica é marcar o tempo e ir trocando de peito durante a amamentação.

Fonte: G1

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O que faz um profissional de podologia?

O termo podologia significa, de uma forma geral, a área da saúde que estuda os pés. Também podemos denominar como a ciência dedicada a diagnosticar, estudar, investigar e tratar as patologias dos pés.O podólogo é o profissional responsável por aliviar as tensões, dores, calos, unhas encravadas, entre outras agressões que atingem essa área tão importante do corpo e por vezes esquecida de cuidados. Afinal, os pés são a nossa base. São eles que nos levam para todos os locais e nos sustentam ao longo dos dias. Através deles também temos contato com diversas sensações, como pisar no chão, sentir a temperatura da água, entre tantas outras coisas importantes. Mas quase nunca pensamos na saúde dos pés, e não percebemos o quanto isso é fundamental para nosso bem-estar geral.

Os podólogos possuem formação técnica na área, ou seja, possuem conhecimento específico para tratar unhas encravadas, micoses de unha, fissuras, calos, infecções e outros. Ele ainda pode ainda auxiliar na identificação de causas de dores nos pés, orientando quanto aos melhores tratamentos e produtos corretivos e preventivos.

A podologia preenche uma lacuna no cuidado e tratamento dos pés, dando ênfase a um atendimento multidisciplinar da área da saúde. O podólogo não substitui um tratamento avançado da área médica, mas é um auxiliar muito importante na identificação dos sintomas de patologias sérias dos pés nas áreas de ortopedia, dermatologia, angiologia, endocrinologia e outras.

É muito comum que os podólogos indiquem médicos quando o problema pode precisar de intervenção medicamentosa ou cirúrgica, e que os médicos indiquem podólogos para cuidar da saúde geral e frequente dos pés. Cuidando do bem-estar da população com foco na saúde o podólogo é cada vez mais reconhecido como o profissional capaz de cuidar dos pés com competência.

Fonte: PORTALEDUCACAO.COM.BR